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O NERV conecta o transacional do ERP ao motor de decisão de FIDCs e bancos parceiros. Em vez de depender apenas de DRE histórica e bureau, ele estrutura sinais operacionais contínuos, valida lastro e transforma risco em uma decisão acionável.
Não a instituição financeira.
NERV atua como provedor tecnológico de inteligência e scoring. Liquidação, emissão de instrumentos, custódia e obrigações regulatórias permanecem na infraestrutura do parceiro regulado.
Score vivo, sem fingir produção.
Esta console executa uma política determinística V0 com dados sintéticos. Ela demonstra o comportamento N1/N2/N3 e a explicabilidade do NERV — não representa uma política de crédito calibrada em carteira real.
Selecione um caso sintético e execute o motor. O resultado é calculado pela API do próprio site, não por um número hardcoded no card.
O cliente não quer diagnóstico.
Quer resolução e crédito na conta.
A tese executiva em uma tela.
Quais são as objeções atuais?
Dados do ERP, burocracia de TI e ceticismo com diagnóstico sem execução.
Como resolvê-las?
Extração leve read-only, privacy-first e decisão acionável integrada ao parceiro financeiro.
O que converte em escala?
Crédito Vivo: melhor transparência operacional pode sustentar limite dinâmico e precificação mais aderente ao risco.
Como ter sabor banco sem virar banco?
NERV é middleware tecnológico; liquidação, CCB, custódia e obrigações regulatórias permanecem com FIDC/banco parceiro.
Quanto investir?
CAPEX enxuto concentrado em software, cloud, agentes, observabilidade e conectores — sem construir uma instituição financeira.
O que ainda precisamos estudar?
Validação antifraude ERP × SPED × NF-e e desenho jurídico/técnico de travas digitais/escrow quando aplicável.
Agentes com função operacional clara.
ERP read-only, dedupe CNPJ, dicionário de campos, webhooks/API/SFTP.
DSO, pontualidade, recorrência, tendência de receita e anomalias.
N1 automático · N2 assistido (HitL) · N3 explicável.
Vínculo com NF-e, reason codes, trilha auditável e recalibração V0→V1→V2.
O que apresentamos como fato — e o que ainda precisa de prova.
Menor privilégio, escopo read-only e segregação. O desenho final deve definir retenção, criptografia, segregação e governança conforme cada integração.
Tese concentrada em software, infraestrutura cloud, APIs, observabilidade e conectores — não em construir uma licença bancária própria.
Fronteira a estudar: transformar sinais e travas em mecanismos autoexecutáveis/escrow para ativos tokenizados, condicionados ao desenho jurídico e infraestrutura do parceiro.
